Uma família de discípulos de Jesus
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Lembrem-se da aliança! [Dt 4.9-14]

9 Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos.

10 Não te esqueças do dia em que estiveste perante o Senhor, teu Deus, em Horebe, quando o Senhor me disse: Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará a seus filhos. 11 Então, chegastes e vos pusestes ao pé do monte; e o monte ardia em fogo até ao meio dos céus, e havia trevas, e nuvens, e escuridão. 12 Então, o Senhor vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouvistes; porém, além da voz, não vistes aparência nenhuma.

13 Então, vos anunciou ele a sua aliança, que vos prescreveu, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra. 14 Também o Senhor me ordenou, ao mesmo tempo, que vos ensinasse estatutos e juízos, para que os cumprísseis na terra a qual passais a possuir. Deuteronômio 4.9-14.

Introdução

Hoje meditaremos em uma palavra de Moisés que insiste na importância de nos lembrarmos da aliança todos os dias. “Lembrem-se da aliança”, é o que Moisés ensina em Deuteronômio 4.9-14.

Não custa repetir que Moisés está pregando um sermão. Ele relembrou de alguns feitos de Deus (Dt 1.6—3.29). Depois, começou a falar sobre os preceitos de Deus (Dt 4.1-8). Agora (em Dt 4.9-14), ele nos ajuda a compreender que, para viver os preceitos, é preciso lembrar da aliança.

Notemos que Moisés exorta: [1] Não se esqueçam do que é importante para vocês e seus filhos (v. 9). Daí ele prossegue: [2] Não se esqueçam do encontro com Deus em Horebe (v. 10-12). Então ele conclui: [3] Não se esqueçam dos preceitos seguros da aliança (v. 13-14).

Vamos caminhar por esta trilha de lembretes santos. Eis o primeiro…

I. Não se esqueçam do que é importante para vocês e seus filhos

9 Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos.

Os ouvintes de Moisés precisam guardar a si mesmos. Cuidar de suas almas. Como eles farão isso? Não se esquecendo do que viram: “te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto”.

Moisés sabe conhece como o coração humano funciona. Sabe de nossa inclinação natural de deixar de pensar no ser e nas coisas de Deus. Ele conheceu pessoas que perderam o rumo porque se esqueceram da aliança.

Algumas lembranças são tão preciosas que não podem ser afastadas do coração: “e se não apartem do teu coração”. A memória precisa ser exercitada diariamente: “todos os dias da tua vida”. Moisés convoca seus ouvintes a uma “reflexão contínua”.[1]

Depois que a memória da aliança é recuperada, é necessário torná-la conhecida aos filhos e netos: “e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos”. Isso é assim porque a aliança tem a ver com Deus sendo conhecido pelas novas gerações (cf. Gn 17.7).

E a fé é passada adiante pelo ensino (v. 9,10,14). Vale a pena verificar a profusão de verbos relacionados ao ensino, no v. 12-14: “falar”, “ouvir”, “anunciar” e “escrever”. O Senhor é Deus da Palavra, que fala e produz material didático, ou seja, escreve. Os agentes dele também falam, anunciam e ensinam. O povo com seus filhos e netos ouve, aprende e pratica o que aprendeu. A responsabilidade de ensinar sobre a aliança é primeiramente dos pais e dos avós.

É o primeiro lembrete de Moisés: Não se esqueçam do que é importante para vocês e seus filhos.

Isso nos conduz ao segundo lembrete…

II. Não se esqueçam do encontro com Deus em Horebe

10 Não te esqueças do dia em que estiveste perante o Senhor, teu Deus, em Horebe, quando o Senhor me disse: Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará a seus filhos. 11 Então, chegastes e vos pusestes ao pé do monte; e o monte ardia em fogo até ao meio dos céus, e havia trevas, e nuvens, e escuridão. 12 Então, o Senhor vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouvistes; porém, além da voz, não vistes aparência nenhuma.

Israel teve um encontro com Deus. Uma experiência marcante. Israel esteve “perante o Senhor […] em Horebe”, quer dizer, no monte Sinai (v. 10). Moisés relembra do fato registrado em Êxodo 19.1: “No terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia desse mês, vieram ao deserto do Sinai.”

Alguns israelitas jovens não estavam lá; por isso Moisés faz questão de mencionar o ocorrido. Naquele dia, Deus convocou o povo à aliança (cf. Êx 19.4-6). Em Êxodo 19.7, consta que “veio Moisés, chamou os anciãos do povo e expôs diante deles todas estas palavras que o Senhor lhe havia ordenado” e em Êxodo 19.8: “Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que o Senhor falou faremos. E Moisés relatou ao Senhor as palavras do povo”.

Retornando a Deuteronômio 4.10, o objetivo daquele encontro foi triplo, qual seja, [1] selar a aliança, [2] instilar temor diário ao Senhor e [3] ensinar este temor aos filhos, como lemos: “Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará a seus filhos”. Os pais tinham de aprender a temer ao Senhor e, a partir de então, ensinar este temor a seus filhos.

Isso parece estranho para nós, para quem as ideias de temor e amor são excludentes. Em Deuteronômio, porém, temor e amor são dois lados da mesma moeda da vida com Deus em aliança.

Você pode pensar que isso é coisa do Antigo Testamento, mas veja, em Atos 2.43: “Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos”. E ainda, em Atos 9.31:

A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judeia, Galileia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número.

As duas coisas, caminhar no temor do Senhor e desfrutar do consolo do Espírito Santo, são necessárias para saúde de nossas almas, de nossas famílias e da igreja.

Voltando a Deuteronômio 4, no v. 11 Moisés relata que Deus se revelou a Israel no Sinai, como segue: “Então, chegastes e vos pusestes ao pé do monte; e o monte ardia em fogo até ao meio dos céus, e havia trevas, e nuvens, e escuridão”.

Imagine um monte ardendo “em fogo até ao meio dos céus”. Além do fogo ardente, “trevas impenetráveis da glória de Deus”.[2] Merril explica que:

Os elementos aparentemente contraditórios de fogo e de nuvem simbolizam respectivamente a autorrevelação epifânica e a auto-obscuridade de Deus, que é ao mesmo tempo imanente e transcendente.[3]

O v. 12 diz mais, que “então, o Senhor vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouvistes”. O ponto alto da revelação da glória de Deus não é o fogo, nem as nuvens, e sim sua voz, sua fala.

Na verdade, o povo não entendeu o que Deus disse. Naquela dispensação, toda palavra compreensível de Deus para o povo vinha através do mediador da aliança, Moisés (cf. Êx 19.7; 24.3). No relato de Êxodo 19.18-19, a voz de Deus chegou ao povo soando como trombeta ou trovão:

18 Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente. 19 E o clangor da trombeta ia aumentando cada vez mais; Moisés falava, e Deus lhe respondia no trovão.

Esta experiência foi tão impressionante que é relembrada em Hebreus 12.18-21:

18 Ora, não tendes chegado ao fogo palpável e ardente, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade, 19 e ao clangor da trombeta, e ao som de palavras tais, que quantos o ouviram suplicaram que não se lhes falasse mais, 20 pois já não suportavam o que lhes era ordenado: Até um animal, se tocar o monte, será apedrejado. 21 Na verdade, de tal modo era horrível o espetáculo, que Moisés disse: Sinto-me aterrado e trêmulo!

O v. 12 conclui informando que, apesar de eles ouvirem a voz de Deus, não viram “aparência nenhuma”, ou seja:

No meio de chamas, nuvens e escuridão, escutaram a voz de Deus, mas sem ver imagem alguma. Ou seja, Israel se encontra com seu Deus na palavra pregada. Não se pode separar o encontro com Deus do encontro com sua Palavra.[4]

Nós retornaremos a esta declaração, sobre Israel não ver a aparência de Deus, na próxima exposição de Deuteronômio, se o Senhor permitir. Por ora basta prestarmos atenção neste importante lembrete de Moisés: Não se esqueçam do encontro com Deus em Horebe.

Finalmente, pensemos juntos sobre o terceiro e último lembrete de Moisés, nesta passagem…

III. Não se esqueçam dos preceitos seguros da aliança

13 Então, vos anunciou ele a sua aliança, que vos prescreveu, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra. 14 Também o Senhor me ordenou, ao mesmo tempo, que vos ensinasse estatutos e juízos, para que os cumprísseis na terra a qual passais a possuir.

A aliança é apontada desde o início do Deuteronômio, e.g., quando em 1.8 lemos sobre o juramento que Deus fez aos patriarcas. Apesar disso, é somente aqui, em 4.13, que a palavra hebraica para aliança (berîṯ) aparece pela primeira vez.[5]

E aqui ela aparece como sinônimo de “os dez mandamentos” (lit., “dez palavras”).[6] A aliança é “prescrita” por Deus. Os mandamentos foram escritos pelo próprio Deus “em duas tábuas de pedra” (v. 13).

Uma nota da Bíblia de Genebra discute o modo como diferentes tradições entendem essas duas pedras, explicando o entendimento protestante, de que a primeira pedra contém os deveres para com Deus, e a segunda, os deveres para com o próximo.[7] Apesar disso, estudiosos recentes sugerem que:

Provavelmente é melhor enxergar essas duas tabuinhas como duplicatas, cada uma contendo os dez mandamentos, todos eles. Isso refletia o costume segundo o qual cada parte envolvida na aliança teria uma cópia do documento para os seus próprios arquivos e referências futuras.[8]

Repetindo, o importante aqui é fixar no coração que a aliança e os mandamentos provêm de Deus. Por isso são verdadeiros. Por isso há segurança em crer neles e viver segundo eles.

O v. 14 reforça isso, informando que o próprio Deus “ordenou” Moisés a ensiná-los. E aqui aparecem outros termos, “estatutos e juízos” que, como dissemos no sermão anterior, são técnicos e reformam a ideia de aliança.

É digna de nota a praticidade dos preceitos, pois eles são dados não para mera instrução ou discussão teológica e sim para serem cumpridos (ʿśhf; “observados”; “realizados” ou “executados”; daí a ARC, “para que os fizésseis”) “na terra a qual passais a possuir”.

Deus está especificando um “comportamento pactual”.[9] Ele concede a seu povo “diretrizes para a vida na terra”.[10] Em outras palavras, a vida com Deus em aliança consiste em fé prática, encarnada, como diz o compositor Marcos Almeida:

Hoje o reino chegou. Já não existe mais medo. Já clareou, desatou o nó, o segredo. Por conta disso: Na terra daqui, Eu vivo a terra do céu. Bem além das nuvens Existe um céu. Quem olha pra ele Descobre o chão.[11]

Resumindo, nos alegramos desde já com a aliança de Deus enquanto somos orientados por seus preceitos que transformam nossa vida aqui mesmo neste chão; nesta terra que ele nos deu. É no que Moisés insiste: Não se esqueçam dos preceitos seguros da aliança.

Dito isto, concluímos…

Conclusão

Recapitulando, Deuteronômio 4.9-14 contém três alertas: [1] Não se esqueçam do que é importante para vocês e seus filhos; [2] não se esqueçam do encontro com Deus em Horebe e [3] não se esqueçam dos preceitos seguros da aliança.

A gente pode ouvir isso e pensar: “O que isso tem a ver comigo? Eu não sou israelita. Nunca sequer visitei o monte Horebe!” Especialmente se você é um frequentador ou ouvinte novo do evangelho, pode acontecer de nunca ter lido os mandamentos ou preceitos desta aliança mencionada por Moisés.

[1] Pois bem, o fato é que muitos de nós sabem que a vida é mais bem vivida quando prestamos atenção no que é verdadeiramente importante. Além disso, é grande bênção passar pela vida “deixando um legado”, algo positivo para nossa família, amigos e irmãos. Para que seja assim, eu e você precisamos nos guardar. E guardar bem a nossa alma. E para que nossa alma seja guardada, ela tem de ser nutrida pela memória da aliança. Não é sem razão que Jeremias, um dos profetas da nova aliança, afirmar, em Lamentações 3.21: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”. O que enche nosso coração de esperança é a aliança.

Para Moisés, o esquecimento da aliança é um perigo, pois, quando nos esquecemos da aliança, perdemos tanto informação quanto devoção. A aliança não pode ser esquecida, tem de ser aquecida. Não deve esmaecer no porão da alma e sim, ser celebrada no centro do coração. Repetindo, é assim que somos guardados, é assim que a alma é guardada. Nossa mente é importante. As memórias que evocamos são importantes. Precisamos pensar na aliança, repassar suas condições e relembrar dos votos.

Depois que a memória da aliança é recuperada em mim, eu estou apto a ensiná-la a meus filhos e netos. Nossos filhos e netos precisavam ver a aliança em ação, praticada no mundo real, por uma pessoal real. E aqui cabe a ponderação de Benítez:

Hoje, temos de nos perguntar: quem educa nossos filhos? Cada vez mais a tarefa é dividida entre a televisão, a internet e os videogames; soma-se a isso o que é aprendido na escola e na rua. O dilema dos pais é imenso, pois muitos precisam trabalhar longas horas para poder sustentar a família; infelizmente, porém, nesse processo o que se perde é justamente o sentido de família e, por vezes, a própria família. Diante da ausência de recursos próprios ou públicos, a comunidade dos crentes desempenha um papel importante no apoio à família.[12]

[2] Para que isso seja assim, nós precisamos de uma experiência pessoal com o Deus vivo e verdadeiro, que instile em nós amor e temor.

Israel tinha de se lembrar do Monte Sinai, quando Deus selou a aliança: “Não te esqueças do dia em que estiveste perante o Senhor, teu Deus, em Horebe” (Dt 4.10). Depois de receber a revelação de que seria mãe do Messias da nova aliança, Maria expressa, no Magnificat: “Porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome”(Lc 1.49).

Nós não vemos o “fogo” ou as “nuvens” no Horebe, nem um anjo trazendo-nos revelação especial, mas contemplamos por fé, a Jesus fixado na cruz, envolto por trevas do juízo de Deus e selando a nova aliança com seu sangue. Nós tivemos uma experiência pessoal com Deus na conversão e quando assumimos os compromissos da nova aliança, em nosso Batismo e profissão de fé. Temos experiência com Deus todo mês, quando participamos devidamente da Ceia do Senhor. E a voz de Deus ainda nos alcança em sua Palavra que lemos, estudamos e ouvimos.

Estas experiências nos são permitidas para que temamos a Deus em cada área de nossa vida. Como povo da aliança, devemos expressar temor ao Senhor no modo como gerimos nossa vida, nosso tempo, nossas relações, nossa energia e recursos. O temor do Senhor deve nortear e regular nossa crença, pensamentos e sentimentos; nossas atitudes, comunicações e comportamentos. Pense agora mesmo em algo que você pode fazer nesta semana, a fim de demonstrar que você teme ao Senhor.

[3] Para que isso seja assim, nós precisamos confiar de fato nas Escrituras. A Palavra é verdadeira, segura e poderosa. Como diz Davi, em Salmos 19.7-9:

7 A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel // e dá sabedoria aos símplices. 8 Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. 9 O temor do Senhor é límpido // e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros // e todos igualmente, justos.

A mesa do Senhor é para os que amam o Senhor. A refeição eucarística é para o povo que ama a lei do Senhor, se dispõe a aprender dela e praticá-la na vida comum, todos os dias. O início da vida na aliança é importante, por isso deve ser continuamente lembrado. Mas o que a define é a caminhada de fé, ao longo de cada dia. Como alerta Craigie:

A vida religiosa não consiste, no entanto, apenas de lembranças da experiência com Deus no passado; antes, a memória funcionava de maneira a produzir continuada obediência à lei de Deus, que, por sua vez, conduzia à continuação da experiência e atividade de Deus.[13]

Precisamos exercitar memória fiel. Precisamos ensinar nossos descendentes com diligência. A fé que se esquece da aliança, enfraquece. Uma fé fraca produz igreja anêmica que não transforma vidas. O povo de Deus precisa se lembrar da aliança. Guardar o coração. Ouvir a voz e obedecer à Palavra de Deus. Ensiná-la aos filhos.

Que a chama da aliança, revelada no Sinai, seja acesa e renovada em nossas vidas. Vamos orar sobre isso.


Notas

[1] MERRILL, Eugene H. Deuteronômio. São Paulo: Vida Nova, 2025. p. 118 (Comentário exegético). O mesmo autor (op. cit., p. 118-119) sugere que “o que está implícito é que essa experiência com o Deus vivo precisa estar arraigada e fundamentada num acontecimento histórico, um acontecimento que precisa ser recordado e celebrado regular e fielmente por todos os que nele participam e dele se beneficiam. Não há espaço na teologia do Antigo Testamento para encontros existenciais sem pontos de referência histórica e espacial.”

[2] MERRILL, op. cit., p. 119.

[3] MERRILL, op. cit., loc. cit.

[4] BENÍTEZ, M. A. “Deuteronômio”. In: PADILLA, C. R. et al. (Org.). Comentário bíblico latino-americano. São Paulo: Mundo Cristão, 2022, p. 221. Logos software.

[5] Cf. MERRILL, op. cit., p. 120: “Essa é a primeira ocorrência explícita em Deuteronômio de berîṯ, o termo fundamental para expressar a ideia e o relacionamento da aliança. Ele é usado mais de trezentas vezes no Antigo Testamento, incluindo cerca de 28 vezes em Deuteronômio.”

[6] MERRILL, op. cit., loc. cit.

[7] BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA. 3ª ed. [BEG3]. São Paulo: Barueri: Cultura Cristã; Sociedade Bíblica do Brasil, 2023, nota 4.13 os dez mandamentos, p. 306.

[8] MERRILL, op. cit., p. 120.

[9] Ibid., p. 121.

[10] Ibid., loc. cit.

[11] ALMEIDA, Marcos. Jeito do céu. Disponível em: . Acesso em: 14 dez. 2025.

[12] BENÍTEZ, op. cit., p. 221.

[13] CRAIGIE, P. C. Deuteronômio. São Paulo: Cultura Cristã, 2013, p. 129-130 (Comentários do Antigo Testamento).