Sermões by Misael Batista do Nascimento (Page 18)

Sermões by Misael Batista do Nascimento (Page 18)

Exposição de Marcos

24. Prioridades toscas de mentes inconversas [Mc 5.14-20]

Ao serem confrontadas com a pessoa e a obra de Jesus, as pessoas desta região de Gerasa ou Gadara revelam o que é importante pra elas. Suas prioridades são toscas porque elas não são convertidas ao Senhor da Glória. Entendamos uma coisa: A conversão muda nossos sentimentos e vontade. Quando somos alcançados por Jesus, começamos a amar e desejar conforme Deus. Passamos a dizer como o salmista, “agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu” (Sl 40.8). A conversão dá prosseguimento a uma comunhão com o Senhor que altera nossas disposições mais profundas (cf. o geraseno no v. 18). E não apenas isso. A conversão muda, também, o nosso modo de pensar. A gente reconsidera tudo.
Exposição de Marcos

23. Jesus versus Legião (conclusão) [Mc 5.1-20]

O que consta na segunda súplica? Entendendo que não há opção; que eles terão de sair mesmo, os demônios pedem a Jesus: “Manda-nos para os porcos, para que entremos neles” (v. 12). Lemos no v. 13: “Jesus o permitiu”. Por que Jesus permite que os demônios entrem nos porcos e causem toda aquela morte e aparente “prejuízo”?
Exposição de Marcos

22. Jesus versus Legião (parte 1) [Mc 5.1-20]

O título do sermão assusta, Jesus versus Legião. Também as diversas menções à ação demoníaca pode incomodar. Se você é um cristão saudável, você não sente prazer neste tema. Jesus Cristo e a glória celestial são assuntos mais aprazíveis, mas, como pastor, eu tenho de pregar todo o “conselho” ou “desígnio” de Deus (At 20.27).

Deus me quer sozinho? [1Co 7.1-40]

O evangelho chegou com poder em Corinto (1Co 2.1-5). Deus formou uma comunhão de novos crentes. Dentre eles havia solteiros e viúvos. Haviam também alguns que, por causa da conversão, corriam perigo de ser abandonados por seu cônjuges incrédulos. [highlight]Paulo semeia a paz nos corações: Fiquem tranquilos[/highlight]. O que Paulo diz dos casados? Vocês não estão em pecado porque se casaram (o casamento não é inferior ao celibato). O que Paulo diz dos solteiros? Vocês não estão em pecado porque…
Exposição de Marcos

20. A retomada da implantação do reino: Guardados pelo Redentor [Mc 4.35-5.1]

Marcos 4 inicia com Jesus à beira-mar e termina com Jesus e seus discípulos, em uma tempestade no “mar” (v. 39). No início Jesus assenta-se, evocando sua autoridade de “Mestre” (4.1). No final, Jesus é, pela primeira vez, chamado pelos discípulos de “Mestre” (v. 38). Mas será que eles entenderam mesmo o seu ensino — as parábolas do reino por ele ensinadas e explicadas nos v. 3-32? De fato, a questão última do capítulo é registrada no v. 41: “Quem é este?”.
Exposição de Marcos

19. O reino explicado: Semeadura abençoada e expandida [Mc 4.26-34]

Você já ouviu falar de derrotismo? Derrotismo é o “pessimismo daqueles que só acreditam em derrotas, em fracassos” (Aurélio). É muito ruim iniciar qualquer coisa orientado por uma perspectiva de fracasso. Começar uma luta certos da derrota. Sair pra viajar sem convicção de que há possibilidade de chegarmos ao destino. Nossos corações são, algumas vezes, dominados pelo pessimismo. Mesmo quando Deus nos concede coisas muito boas — dádivas muito preciosas — nós, às vezes, pensamos apenas nos possíveis desgastes e problemas que podem surgir a partir do momento em que nós tomemos posse daquela bênção que nos é dada por Deus.
Exposição de Marcos

18. A exposição do reino [Mc 4.21-25]

Este é um texto conhecido. A ideia central desta parábola da candeia é de exposição. Uma candeia é uma lâmpada — um dispositivo de iluminação. Por meio de perguntas retóricas, Jesus ensina duas coisas muito simples e espiritualmente poderosas acerca do ministério de sua Palavra.
Exposição de Marcos

12. A amarração do valente [Mc 3.20-30]

Nós não somos uma igreja que fala o tempo todo em Satanás. Ao mesmo tempo, nós cremos naquilo que a Bíblia ensina sobre este inimigo de nossas almas. Nós lemos este texto como crentes conservadores. Teologicamente, isso significa que nós acreditamos que Satanás e seus demônios agem na vida humana e que Jesus veio a este mundo a fim de cumprir a promessa divina registrada em Gênesis 3.15.
Exposição de Marcos

13. O reino dividido [Mc 3.20-30]

A blasfêmia contra o Espírito Santo (introdução) 20 Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer. 21 E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. 22 Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios. 23 Então, convocando-os Jesus, lhes disse, por meio de parábolas:…
Exposição de Marcos

09. O questionamento da devoção de Jesus [Mc 2.13—3.6]

O leão alado é o símbolo do Evangelho de Marcos. Os antigos compreenderam que cada um dos seres mencionados em Apocalipse 4.7 representa um Evangelho. O Leão de Marcos denota coragem e monarquia; além disso, o profeta João Batista é mostrado clamando ou rugindo no deserto. Por fim, os antigos afirmavam que o leão é um animal que dorme com os olhos abertos. Nesse caso, a figura evoca a ideia de ressurreição.
Exposição de Marcos

08. O Redentor acusado de blasfêmia [Mc 2.1-12]

Inicia-se uma nova seção do Evangelho de Marcos. Trata-se do prosseguimento do ministério do Senhor Jesus, agora sob contestação de homens. Não apenas Marcos fala sobre Jesus e o reino. Em um certo sentido, Jesus é o reino — acolher o reino equivale a acolher Jesus. Marcos nos mostra que, desde o início, nem todos o acolhem.
Exposição de Marcos

05. O início do ministério público de Jesus [Mc 1.14-15]

Chegamos ao relatos dos v. 14-15. Finalmente inicia-se o ministério terreno de Jesus. Até agora nenhuma palavra de Jesus havia sido mencionada. Marcos situa o início do ministério de Jesus logo após o término do ministério de João Batista (v. 14). Enquanto João exerceu seu ministério na Judeia, a região ortodoxa, habitada por judeus que conheciam a Palavra de Deus, Jesus iniciou seu ministério na Galileia, a região heterodoxa, habitada por judeus e não-judeus; uma região de crenças misturadas (v. 14). É nesta região “impura” para o judaísmo ortodoxo que nosso Senhor começa seu ministério.