"NT" Tagged Sermões

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A redenção e seus desdobramentos

Em Cristo os eleitos são reconciliados com Deus, adotados na familia de Deus e inseridos na igreja invisível e visível. Essa salvação pela graça trás ao povo de Cristo diversas bênçãos e responsabilidades. A nova realidade do salvo é que ele não é mais escravo do mundo, carne e do diabo. Também não carrega maldição hereditária como se ouve na cultura evangélica moderna, na verdade o salvo é liberto de todos os vínculos com o passado e passa a ver a vida a partir da perspectiva da “redenção”. A sua vida agora é norteada pela comunhão com Cristo, testemunho do Evangelho e comunhão com seus irmãos na igreja local.
Pregadores convidados

Santuário missionário [Ap 21.1-22.5]

Baseado na revelação biblica sobre o céu, o jardim do Éden, o tabernáculo e o santuário, aprendemos que a presença de Deus que outrora se manifestava em lugares, agora se manifesta nos crentes. Quando o véu do templo foi rasgado, não só o acesso a Deus foi possibilitado pela morte de Cristo, mas a glória de Deus sai do templo e vai em direção ao mundo perdido.
Pregadores convidados

Você pode fazer algo pra Deus [Ap 5.1-14]

Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos. E os quatro seres viventes respondiam: Amém! Também os anciãos prostraram-se e adoraram.
Pregadores convidados

Senhor, para quem iremos? [Jo 6.66-69]

Eu não sei se você conhece o Senhor ou não, mas eu quero iniciar dizendo-lhe que Deus não é ficção, mas uma realidade. Talvez você tenha esteja buscando estabelecer-se. Se você lutava até hoje por suas próprias foças, em Jesus você encontra um Deus que toma suas lutas; que toma conta de você.

Deus me quer sozinho? [1Co 7.1-40]

O evangelho chegou com poder em Corinto (1Co 2.1-5). Deus formou uma comunhão de novos crentes. Dentre eles havia solteiros e viúvos. Haviam também alguns que, por causa da conversão, corriam perigo de ser abandonados por seu cônjuges incrédulos. [highlight]Paulo semeia a paz nos corações: Fiquem tranquilos[/highlight]. O que Paulo diz dos casados? Vocês não estão em pecado porque se casaram (o casamento não é inferior ao celibato). O que Paulo diz dos solteiros? Vocês não estão em pecado porque…
Exposição de Marcos

20. A retomada da implantação do reino: Guardados pelo Redentor [Mc 4.35-5.1]

Marcos 4 inicia com Jesus à beira-mar e termina com Jesus e seus discípulos, em uma tempestade no “mar” (v. 39). No início Jesus assenta-se, evocando sua autoridade de “Mestre” (4.1). No final, Jesus é, pela primeira vez, chamado pelos discípulos de “Mestre” (v. 38). Mas será que eles entenderam mesmo o seu ensino — as parábolas do reino por ele ensinadas e explicadas nos v. 3-32? De fato, a questão última do capítulo é registrada no v. 41: “Quem é este?”.
Exposição de Marcos

19. O reino explicado: Semeadura abençoada e expandida [Mc 4.26-34]

Você já ouviu falar de derrotismo? Derrotismo é o “pessimismo daqueles que só acreditam em derrotas, em fracassos” (Aurélio). É muito ruim iniciar qualquer coisa orientado por uma perspectiva de fracasso. Começar uma luta certos da derrota. Sair pra viajar sem convicção de que há possibilidade de chegarmos ao destino. Nossos corações são, algumas vezes, dominados pelo pessimismo. Mesmo quando Deus nos concede coisas muito boas — dádivas muito preciosas — nós, às vezes, pensamos apenas nos possíveis desgastes e problemas que podem surgir a partir do momento em que nós tomemos posse daquela bênção que nos é dada por Deus.
Exposição de Marcos

18. A exposição do reino [Mc 4.21-25]

Este é um texto conhecido. A ideia central desta parábola da candeia é de exposição. Uma candeia é uma lâmpada — um dispositivo de iluminação. Por meio de perguntas retóricas, Jesus ensina duas coisas muito simples e espiritualmente poderosas acerca do ministério de sua Palavra.
Exposição de Marcos

12. A amarração do valente [Mc 3.20-30]

Nós não somos uma igreja que fala o tempo todo em Satanás. Ao mesmo tempo, nós cremos naquilo que a Bíblia ensina sobre este inimigo de nossas almas. Nós lemos este texto como crentes conservadores. Teologicamente, isso significa que nós acreditamos que Satanás e seus demônios agem na vida humana e que Jesus veio a este mundo a fim de cumprir a promessa divina registrada em Gênesis 3.15.
Exposição de Marcos

13. O reino dividido [Mc 3.20-30]

A blasfêmia contra o Espírito Santo (introdução) 20 Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer. 21 E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. 22 Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios. 23 Então, convocando-os Jesus, lhes disse, por meio de parábolas:…
Exposição de Marcos

09. O questionamento da devoção de Jesus [Mc 2.13—3.6]

O leão alado é o símbolo do Evangelho de Marcos. Os antigos compreenderam que cada um dos seres mencionados em Apocalipse 4.7 representa um Evangelho. O Leão de Marcos denota coragem e monarquia; além disso, o profeta João Batista é mostrado clamando ou rugindo no deserto. Por fim, os antigos afirmavam que o leão é um animal que dorme com os olhos abertos. Nesse caso, a figura evoca a ideia de ressurreição.
Exposição de Marcos

08. O Redentor acusado de blasfêmia [Mc 2.1-12]

Inicia-se uma nova seção do Evangelho de Marcos. Trata-se do prosseguimento do ministério do Senhor Jesus, agora sob contestação de homens. Não apenas Marcos fala sobre Jesus e o reino. Em um certo sentido, Jesus é o reino — acolher o reino equivale a acolher Jesus. Marcos nos mostra que, desde o início, nem todos o acolhem.
Exposição de Marcos

7. O ministério desimpedido de Jesus: Amor, poder e oração [Mc 1.21-45]

O que estes cinco relatos têm em comum? Todos foram realizados no início do ministério de nosso Senhor, na Galileia, antes de surgir qualquer oposição de homens à sua mensagem e obra. Todos tem a ver com a implantação do reino de Deus na história. Jesus primeiro anuncia a proximidade do reino. Agora começa a implantá-lo na história.
Exposição de Marcos

05. O início do ministério público de Jesus [Mc 1.14-15]

Chegamos ao relatos dos v. 14-15. Finalmente inicia-se o ministério terreno de Jesus. Até agora nenhuma palavra de Jesus havia sido mencionada. Marcos situa o início do ministério de Jesus logo após o término do ministério de João Batista (v. 14). Enquanto João exerceu seu ministério na Judeia, a região ortodoxa, habitada por judeus que conheciam a Palavra de Deus, Jesus iniciou seu ministério na Galileia, a região heterodoxa, habitada por judeus e não-judeus; uma região de crenças misturadas (v. 14). É nesta região “impura” para o judaísmo ortodoxo que nosso Senhor começa seu ministério.
Exposição de Marcos

04. A tentação de Jesus [Mc 1.12-13]

Chegamos ao relato sobre a tentação de Jesus. Marcos não é o único que faz isso. Lemos sobre a tentação em Mateus 4.12-17 e Lucas 4.14-15. Cada um desses evangelistas sublinha um aspecto peculiar da tentação. Marcos traz o texto mais enxuto — ele não contém, por exemplo, informações específicas sobre cada tentação, nem quaisquer trechos de diálogos entre o Tentador e nosso Senhor Jesus Cristo.
Exposição de Marcos

03. O enigma do batismo de Jesus [Mc 1.9-11]

O que está acontecendo em Marcos 1? Todo este capítulo de Marcos deve ser considerado como uma dobradiça — um mecanismo que, ao abrir, fornece acesso a outro cômodo da divina dispensação. Trata-se, portanto, de um momento singular (único, que nunca se repetirá) de sobreposição de alianças. Aquilo que diz respeito ao AT está sendo atualizado para tudo o que consta no NT. A velha aliança cede espaço à nova aliança. E isso não como uma ruptura, mas como uma atualização e substituição gradual.
Exposição de Marcos

02. A pessoa e a mensagem de João Batista [Mc 1.2-8]

Deus levanta pessoas e dirige circunstâncias a fim de nos alcançar. Nós fugimos dele na rua e ele nos encontra em um beco. Nós evitamos os templos e ele fala conosco em um quarto de hospital, em uma separação ou no recebimento de uma dádiva inesperada. Nós o repudiamos e somos desrespeitosos para com ele. E para provar que não queremos nada com ele, mergulhamos no abismo. Somos engolidos por escuridão de nosso pecado. Tornamo-nos os piores possíveis, remoendo maldade.