Sermões on Juízo de Deus

Sermões on Juízo de Deus

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A derrota do último gigante [Dt 3.1-11]

1 Depois, nos viramos e subimos o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, nos saiu ao encontro, ele e todo o seu povo, à peleja em Edrei. 2 Então, o Senhor me disse: Não temas, porque a ele, e todo o seu povo, e sua terra dei na tua mão; e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom. 3 Deu-nos o Senhor, nosso Deus, em nossas mãos também a Ogue, rei de Basã,…
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O início da guerra santa [Dt 2.26-37]

26 Então, mandei mensageiros desde o deserto de Quedemote a Seom, rei de Hesbom, com palavras de paz, dizendo: 27 deixa-me passar pela tua terra; somente pela estrada irei; não me desviarei para a direita nem para a esquerda. 28 A comida que eu coma vender-me-ás por dinheiro e dar-me-ás também por dinheiro a água que beba; tão-somente deixa-me passar a pé, 29 como fizeram comigo os filhos de Esaú, que habitam em Seir, e os moabitas, que habitam em…
Exposição de Naum

5 Deus contra nós [Na 2.11—3.19]

Em que sentido Naum é um livro amargo? Naum é amargo porque apresenta a terrível possibilidade de “Deus contra nós”. Naum é amargo porque apresenta Deus intervindo em nossa vida falsamente tranquila e perigosamente acomodada. Naum é amargo porque apresenta Deus implacável, justo e que não negocia. Uma dieta somente de doces produz doença. Deus zela por nossa saúde. Precisamos também, na proporção certa, do sal. E precisamos também daquilo que é azedo. E até do amargo.
Exposição de Naum

4 A glória meramente humana passa [Na 2.3-10]

Deus concede a Naum uma visão dividida em duas partes: Primeiro, Nínive é atacada. Em seguida, Nínive é derrotada. Não se trata apenas da história da Assíria, mas de Deus na história da Assíria. Deus da história e Deus na história. A glória humana passa e os apegados a esta glória não entram no reino de Deus.
Exposição de Sofonias

03 O Deus da ira [Sf 1.3]

Deus é alguém que, vendo-nos distantes, enxergando-nos em nossa miséria, nos visita com sua Palavra. Deus é ativo na história. Ele interfere pessoalmente em nossas existências; ele manifesta sua soberania diretamente, dos céus, sobre nossos corações pecaminosos.
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