
A salvação não decorre de nossas obras, mas da graça divina mediante a fé em Cristo como Senhor e Redentor. Olhamos para a pessoa do Filho de Deus, compreendemos que ele, com sua morte, satisfez a justiça do Altíssimo, pagando o preço exigido por nossos pecados. Sabemos que, por sua ressurreição, ele derrotou a morte. Verificamos nossas entranhas e procedimentos e confessamos: “Pequei, perdoa-me e salva-me” — e somos salvos, acolhidos por Deus nessa confiança em tudo o que ele providenciou graciosamente para nós.
Inicia-se uma nova fase, quando começamos a andar com ele, no discípulado. Aprendemos a crer nele para nossa provisão. Articulamos as primeiras preces e entregamos a ele as nossas causas. Suplicamos confiantes: é a fé em que Deus cumpre suas promessas e atende as orações. Nessa fase somos treinados pelo Espírito Santo na audácia filial e na perseverança. Descobrimos que a fé não é apenas doutrina, mas experiência de suprimento diário, confirmação, pelas bênçãos de Deus, da presença e aprovação desse Deus. Como filhinhos de colo, somos nutridos no peito e protegidos até estarmos prontos para os passos seguintes rumo ao amadurecimento.