Todos os domingos nos encontramos, apertamos as mãos, damos um abraço e, quase sempre, fazemos a mesma pergunta: “Está tudo bem? Por hábito ou costume, a resposta costuma vir rapidamente: “Sim, está tudo bem. E você?” E assim seguimos, acreditando que realmente está tudo bem. Mas será que está? Será que aquele irmão ou irmã que está ao nosso lado não precisa…